quinta-feira, 30 de junho de 2011

Matéria 1:
           CONTINUAÇÃO DO Nº 3 DA SÉRIE "FALA E ESCREVE CORRETAMENTE" 

   M Á    D I C Ç Ã O:
      Não distinguem bem, por exemplo: "imperatividade" de "hiperatividade". Observação: Ao invés de "hiperatividade" empregue-se superatividade, porquê a primeira forma é híbrida. Aliás, o hibridismo em nosso país "virou moda". Gramaticalmente, é um erro grave, porquê contraria a lógica e a conveniência.
     Outros erros: "própio", "Nóbel", "ruim"(com a tonicidade na primeira sílaba), "mudificar", "muchila", "pueta" "adevogado", etc.
 O N O M Á S T I C A:
     Sempre afirmo quê todos devem estudar Onomástica, independentemente da profissão ou especialidade. Assim, mais quê diversas classes, os comunicadores sociais têm o dever de estudar Onomástica, ao lado dos profissionais da Área de Letras, quê fornecem a base para qualquer tipo de comunicação. O exemplo citado de São Sebastião do Passé é mais que suficiente para evidenciar a grave situação neste setor. Existem nomes próprios quê são pronunciados de várias maneiras entre tais profissionais. Nos últimos dias, por exemplo, um dos radialistas mais experientes de nossa cidade leu numa reportagem o Nome espanhol "Ángel". Primeiramente, ele o pronunciou como paroxítono, o correto; depois disse quê poderia ser pronunciado também como oxítono. Isso é um grave equívoco: na maioria dos casos cada palavra tem uma tonicidade definida, inclusivamente indicada pela ausência ou presença de um acento gráfico 
    Quando o delegado Protógenes Queirós (forma e grafia corretas) apareceu na média pela primeira vez, pronunciaram seu Nome "Protogenes", "Protagenes" e uma outra forma errõnea. Veja-se quê o nome Protógenes é dos mais regulares da Língua Portuguesa. Confira-se: Diógenes, Hermógenes etc.;
     * Confundem NEUSA com Nelza (Nome arbitrário) e EUZA(Nome arbitrário) com ELZA.
     * Um radialista-jornalista pronunciou de maneira irreconhecível a signatura LUÍS VAZ DE CAMÕES e sua obra-referência OS LUSÍADAS. "Pode, Terta?"
     * Outros erros: Pedro Suzar, Bêjamím (oxítono), /álberti/ (Albert: com pronunciação variada a depender do idioma). /íngridi/ (Ingrid: na mesma situação).
     * Um amigo meu, por exemplo, se chama PETER. Umas pessoas o pronunciam /piter/, enquanto quê outros o pronunciam /péter/. Eu lhe perguntei:
     -- Afinal, amigo, teu Nome é /piter/ ou /péter/?
     -- Tanto faz.
     --  Amigo, não é tanto faz; se o Nome é inglês tem uma pronunciação; se é  alemão, é pronunciado de outra maneira. Na maioria dos casos a grafia também é diferente. Quando uma pessoa escolhe um Nome estrangeiro para seu filho, deve saber tanto a forma correta quanto a grafia correta.
     Observação: Na Sistematização da Antroponímia, preceituei quê se grafe a palavra  Nome inicial maiúscula, quando faz oposição funcional a posnome. Em outras palavras, pode ser substituído por nome individual.

                E M P R E G O   D E  L Í N G U A S    E S T R A N G E  I  R A S
      Qualquer pessoa culta ou quê trabalha intelectualmente tem o dever de possuir pelo menos uma idéia geral de como pronunciar as quatro Línguas de cultura mais comuns entre nós, além do Latim e do Alemão, pois palavras, frases e locuções nessas Lìnguas são comuníssimas. Esse preparo inclui, obviamente, os nomes próprios, quê são elementos normais de todas Línguas. Existem palavras (nomes próprios ou comuns) quê são escritas da mesma forma em mais de uma Língua, mas a pronunciação é diferente. Exemplos: Roger (Francês e Inglês), Charles (idem), Walter (Francês, Inglês e Alemão). Grafias quase iguais: Henri (Francês) e Henry (Inglês); Nicolás (Espanhol) e Nicolas (Francês), Georges (Inglês) / George (Francês)





quarta-feira, 29 de junho de 2011

Matéria 1
O  G O V E R N O  M U N I C I P A L  D E  F E I R A   D E  S A  N T A  A N A
     O governo municipal desta cidade, segundo a  publicidade oficial "vai às mil maravilhas". Completo engano. Qualquer pessoa quê acompanha a vida da cidade sabe quê sua administração deixa muito a desejar.O primeiro exemplo é o caso da Educação. Quando o Senhor Prefeito dá uma entrevista, o clima é de total regularidade, de sucesso administrativo. Todos se lembram da recente greve dos professores.
     O secretário de Educação, pessoalmente, uma boa pessoa, estava perdido nos labirintos de uma Política errônea. Aliás, numa conversa quê eu tive com ele sobre Política, ele me disse que partido político não tem importância; quê o importante é o político em si. Seu caso é um exemplo concreto de quê por mais quê uma pessoas seja honesta e competente, não pode ser um bom político se está num partido errado. É óbvio que qualquer secretário tem obrigação de defender o partido para o qual está trabalhando. Assim, voltando ao caso específico o professor José Raimundo, de longa experiência no Magistério, como também com boa experiência na política, ficou totalmente sem condições de satisfazer a classe do Magistério, pois a estrutura do governo municipal está "fora do rumo".
     Sabemos que a Educação é uma das principais molas-mestras do desenvolvimento de um país. Infelizmente, porém, apesar  da conversa otimista do Senhor Prefeito, ela vai muito mal em nossa cidade. Não adianta aquela  conhecida publicidade de "Cidade digital", de "Educação digital" e  de "Saúde digital" se nada disto funciona na realidade. Os computadores simplesmente não funcionam nessas instituições, quer seja por falta de manutenção, quer seja por falta de recursos humanos. Constantemente, pessoas telefonam para programas radiofônicos citando quê as consultas são marcadas,mas os médicos não aparecem, por exemplo; quê professores são nomeados, mas não aparecem nos colégios. O prefeito participou de uma reunião na sede da  Microsoft, como representante de uma das cidades mais digitalizadas em nosso país. Pena, porém, é quê tal digitalização não esteja realmente acontecendo.
     Não adianta falar-se em digitalização de entidades quando coisas mínimas delas não funcionam, como estrutura física, pagamento regular dos funcionários, funcionamento dos serviços básicos etc.
     Como exemplos, no setor de educação: As escolas , com freqüência, tem sérios problemas na construção; a distribuição da merenda escolar  costuma ter sérios problemas. Observa-se também falta constante de material básico, como papel, giz,material de limpeza etc.
     No setor de Saúde: Costuma faltar material básico, como esparadrapo, gaze, formulários, material de limpeza dos hospitais etc.
     Estes foram apenas alguns poucos exemplos. Como é quê a administração vai bem? O pior porém é quê reina arbitrariedade em nossa administraçao municipal: Com freqüencia, funcionários conscientes, quando denunciam a pura realidade, costumam ser penalizados. Isto acontece também com profissionais autonômos quê trabalham para a prefeitura. Um bom exemplo aconteceu nesta semana com um médico anestesista. A julgar por seus depoimentos, convenci-me de quê ele é um médico muito bem consciente de seus direitos e deveres, distinguindo sua condição de  profissional e de cidadão. O caso citado é muito comum em nosso país, onde funciona secularmente uma Política arbitrária, e os cidadãos não costumam exercer a cidadania. Os políticos se acostumaram com essa inércia, e ainda não perceberam que a realidade está mudando. Assim, quando um funcionário da prefeitura ou do Estado divulga irregularidades administrativas, é comum seus chefes tomarem providências de "amordaçamento".
     Concluindo, advirto aos políticos, principalmente do Poder Executivo, quê já está no tempo de acabar tais arbitrariedades, quê  as pessoas já estão começando a alertar-se para a realidade.

Matéria 2
                   S É R I E    " F A L A   E    E S C R E V E   C O R R E T A M E N T E"  -- Nº  03
     O EMPREGO DA LÍNGUA PORTUGUESA E DE OUTRAS LÍNGUAS PELOS PROFISSIONAIS DA COMUNICAÇÃO SOCIAL.
      
     Alguns profissionais da Comunicação Social, do setor de locução e redação, possuem um péssimo nível de conhecimentos sobre Linguagem. Pessoas nessa situação não deveriam ter permissão de atuar como locutores de Rádio e de Televisão (1). Deve ser exigida uma avaliação, por escrito e oralmente, para que alguém atue em locução e na redação de jornais (impressos e falados). A avaliação oral,  principalmente para os locutores, deve ser realizada por um locutor já experiente e que tenha comprovados conhecimentos da Língua Portuguesa. Aliás, tal avaliação deve incluir conhecimentos gerais e ligados ao tipo de programa no qual atuará o candidato.
     Muitos profissionais de Rádio, sem exagero, não sabem ler, no sentido exato deste verbo. Exemplos: "entravés" (entraves); "São Sebastião do Passe", "Sumo Pôntifice" (pontífice); "bijoteria" (bijuteria) : "3 litros dia" (3 litros por dia); "4.5 pontos percentuais" (4,5 pontos percentuais, ou melhor: 4,5 por cento) ; "4 vírgula trinta horas" (quatro horas e meia, ou: quatro horas e trinta minutos); "35 B.I" (trigésimo quinto B.I); "88 seção eleitoral" (octogésima oitava secção eleitoral. Observação: Deve-se usar a forma secção, por ser mais exata etimologicamente e para reduzir a  homonímia com sessão e com cessão).
     Constantemente desconhecem por completo palavras de nível médio, como: encômio, apologia, exegese, Didática, práxis, Dialética etc.
     É dever desses profissionais enriquecer o próprio vocabulário. Isto é fácil. O primeiro passo é ler, ler sobre assuntos diversos. O segundo passo é sempre consultar o dicionário da Língua Materna. Muitos deles não fazem uma leitura de contato antes de apresentar o texto ao público. Até mesmo pessoas de alta experiência no setor podem equivocar-se ao realizar uma leitura de improviso. Quando se "passa uma vista" no texto com antecedência, pode-se até identificar falhas de pontuação, falta ou excesso de símbolos gráficos, inadequação do vocabulário, etc  . Por outro lado, essa leitura dará segurança ao leitor, evitando erros de dicção e de entonação.
    Emprego de Estrangerismos: Em princípio não se deve empregar estrangeirismos. Nossa Língua é rica e oferece muita facilidade de formar novos vocábulos e expressões. No entanto, quando o caso justifica empregá-los, o locutor deve saber pronunciá-los; se não sabe procure aprender com quem sabe. Se não existe tempo na hora para isto, explique aos ouvintes quê não sabe pronunciá-los ou não tem certeza da pronunciação.
    Escrevem erroneamente os estrangeirismos, principalmente os nomes próprios (vede: Onomástica).
    Pronunciam erroneamente os estrangeirismos, como /foiê/ e /fernandês/. Durante meu curso de Radialismo, um professor de uma das disciplinas técnicas pronunciou de maneira totalmente errônea a palavra Kilohertz. Quando lhe falei o assunto em particular, ele me disse quê não era filósofo (!!!) como eu, nem tinha obrigação de saber pronunciar palavras estrangeiras. Os argumentos dele são totalmente sem fundamento, inclusivamente pelo fato de ele ensinar uma matéria à qual pertence o kilohertz
    Um exemplo máximo de abuso no emprego de estrangeirismos: escolher em Língua estrangeira o nome de um programa, e ainda mais, expressão híbrida, como " Rotativo News".
    É dever de qualquer pessoa quê trabalha nesta Área aprender a pronunciar, procurar eliminar as dúvidas, quando for o caso. As  quatro Línguas de Cultura mais comuns em nosso meio são: Espanhol, Francês, Inglês e Italiano. Em segundo lugar, vêm o Latim (Lingua sobrevivente), muito importante para a cultura, e o Alemão.
    Exemplos de erros neste assunto: /Juarês/, /Mílan/, /Xuarsnéger/,Presidente  /Jêizel/.
    Observação: Este assunto prosseguirá numa  das próximas postagens.
 

terça-feira, 28 de junho de 2011

N O T A S    À   M  A T É R I  A  "J A C O B I N A: M I N H A T E R R A  N A T A L"

       (1) Por isto, em minha crônica "Aquilo que diz as horas" (24/janeiro/1979), chamei-o "JORGE", Nome greco-latino quê significa "agricultor" (de GÉ = terra + órgios = aquele que trabalha. Compara : Oúrgos = feitor, operante: dramaturgo, taumaturgo).
       (2) A forma "quilômetro" é deturpada; o correto é quiliômetro, porquê a palavra grega quê indica mil é "chílioi, - ai, -a". Confundiram-na com "chilos" = suco, donde "quilo", vocábulo de Fisiologia e Anatomia)
      (3) Infelizmente, a degradação do ambiente já eliminou este encanto do passado do lugarejo. O povoado "Olho-d'Água da Laje" iniciou-se  na década de 1920, possivelmente em 1928. Nâo encontrei até agora o ano no qual o povoado passou a vila (sede de distrito), recebendo a denominação Itapeipu
     (4) "Robério" é explicado pelos onomásticos como alteração de Roberto. Creio quê tenha  existido influência do Nome Rogério. `Por isto, deve ser forma recente, característica dos Nomes arbitrários, formados a partir do início do século 20
     (5) Confere o livro "CAPIM GROSSO -- Em Ritmo de Poesia" --  da professora Adeilde de Oliveira, gráfica Rabisco, 113 páginas.
    (6) Na fonte, consta: " F. Justiniano (....).Não se deve empregar abreviatura ininteligível. Empregue-se a signatura (= nome civil) ou a signatura parcial. Sempre quê conveniente, o historiador e o bíografo devem registrar os dois tipos de signatura juntos, no ínicio da matéria
    (7) Signatura: Fernando-Mário Pires Daltro
    (8) Quanto ao vocábulo comum "jacobina", veja-se: Novo Dicionário  Brasileiro Melhoramentos, Edições Melhoramentos 7ª edição, 1971 (org. pelo prof. Adalberto Prado e Silva), Dicionário Contemporâneo da Língua Portuguesa, de Caldas Aulete, 5ª edição, e Novo Dic. da Língua Portuguesa, de Aurélio Bq. de Hol. Ferreira, 1ª edição, 1975, Editora Nova Fronteira, Rio de Janeiro.
    O étimo registrado por Aurélio Buarque é errôneo: "yakryãa'pina". O Tupi não possui encontros consonantais:"kr, bl, dr, etc.
    Completando sobre a etimologia de Jacobina, esqueçamo-nos da lenda quê atribui o topônimo ao casal Jacó e Bina. Não se deve cultivar lendas, folclore, principalmente quando existe a Ciência para solucionar o problema
     Nota final: Para a História e a descrição dos municípios brasileses, criados até 1956, podemos consultar a Enciclopédia dos Municipios Brasileiros, editada pelo Conselho Nacional de Geografia e pelo Conselho Nacional de Estastistica, Rio de Janeiro, Distrito Federal, 1958. Os municípios baianos estão nos volumes 20 e 21.

Matéria 2
"V O Z   D O   B R A S I L"   D O    D I A  30   D E    A G O S T O/2010
      Um deputado (ou o governador?) de SC questionou sobre o conteúdo do ensino brasilês:
      -- " O estudante aprende sobre o monte Himalaia, sobre o Tibete, mas nada aprende sobre noções básicas de Direito e de Economia, como:
-- Quê é o CPJ?
-- Quais os direitos do consumidor?
-- Como calcular os juros?
     E citou outros casos de aplicação imediata na vida sobre os quais nossos estudantes não aprendem no currículos escolares.
     O governador tem completa razão. Precisamos de selecionar melhor o conteúdo de nossos curriculos escolares. Sempre  eu disse quê a Aritmética é necessária a todos, mas não o restante das MATEMATICAS: Áljebra (sic), Geometria, Trigonometria. Até hoje nunca precisei tirar uma raiz quadrada nem resolver um polinômio. No entanto, existem muitos jovens que chegam à universidade sem saber tabuada. Quem disse que podemos ficar eternamente confiados numa máquina de calcular ou no computador para resolver problemas  corriqueiros de Aritmética? Como pode um estudante de 2º grau saber cálculos de Equações, Polinômios, etc e não saber a base do sistema métrico ou até efetuar uma divisão com dois algarismos no dividendo? Não sabem as abreviatura do sistema decimal, não sabem interpretar uma legenda de um mapa, e se preocupam com problemas pouco utilizados de Física e Matemática. Tais problemas são úteis, necessários somente a profissionais da Área, como físicos , químicos, engenheiros etc.
     É preciso rever esta questão, senhores professores de Matemática. De Áljebra em diante, deve-se estudar somente nos cursos técnicos e universitários quê se utilizam do assunto.
    Não posso omitir a afirmação de quê o estudo da Linguagem, porém, é indispensável a todos, porquê somente com um bom domínio da Linguagem (escrita e falada) é que podemos desenvolver-nos em qualquer assunto. Afinal, pensamos com as palavras, e agimos a partir da formulação de nosso pensamento através das palavras.

Matéria 3
OUTRAS INFORMAÇÕES SOBRE  O " GRUPO DE ESTUDO E DE VALORIZAÇÃO DA LÍNGUA PORTUGUESA, DA ONOMÁSTICA E DA PESQUISA".

 O B J E T I V O S:
1- Estudar a Língua Portuguesa com .profundidade e divulgar sua importância, com visão racional, disciplinada, exata, para o emprego oral e escrito.
2- Estudar Onomástica, mostrando sua importância para a Língua Portuguesa e para outras Línguas, e a necessidade urgente de sua sistematização, a qual beneficiará muitos setores da sociedade.
3- Orientar para a pesquisa, de qualquer matéria. Esta prática é muito útil aos radialistas, historiadores, intelectuais em geral.
4- Incentivar o ato da leitura diversificada, como base para qualquer estudo e como requisito para a pesquisa.

MEMBROS CORRESPONDENTES:até 20.
MEMBROS DE APOIO: 10. Oa membros de apoio terão a funçao de possibilitar a realização dos objetivos do grupo em termos materiais: contatos, distribuição de panfletos e prospectos, busca de materiais.
O B S E R V A Ç Õ E S
1- De imediato não tenho preocupação com o  aspecto legal, formal da entidade.Primeiramente, tem-se que pensar realmente como podemos atuar no setor, aos poucos, mas aproveitando sempre as oportunidades, e cada membro  se entrosando com o assunto, tendo o cuidado de não falar sobre aquilo quê não domina.
2- Uma primeira preocupação: Formar uma reunião com as pessoas interessadas, mas quê residem em outras cidades: horário diferente do daqueles quê moram em Feira de Santa Ana
3- A segunda preocupação: fornecer aos interessados os primeiros meios de começarem a se preparar na Área: métodos básicos de pesquisa em dicionarios e gramáticas, dicionários de nomes próprios, primeiras noções da Linguagem Racional e as dificuldades a enfrentar nesta área: seus opositores e a falta de bibliografia
4- Depois da reunião com as pessoas de outras cidades: reunião com as pessoas residentes em nossa cidade
5- Após as duas reuniões: saber quais os radialistas e professores de Língua portuguesa  quê já terão condições de planejar as primeiras atuações, quer sejam no Radialismo ou em outros meios, como escolas ou repartições onde trabalham, ou onde tem fácil acesso.

Matéria 4
A R T E   P O É T I C A
      Hoje, escolhi uma poesia de um confrade da Academia de Letras  e Artes de Feira de Santa Ana: Prof. Fernando Teixeira. Esta poesia foi redigida no dia 05 de maio do ano corrente, e uma cópia foi entregue a cada um dos confrades presentes na reunião daquele dia.

INCONSEQÜÊNCIAS DO AMOR

 O amor nos deforma e doma,
nos transforma em trapos humanos desmerecidos,
e a dignidade foge envergonhada
da fraqueza de uma paixão escancarada,
e dos desejos pela carne convencidos.
O amor deveria ser igual, universal,
um sentimento nobre, conseqüente,
onde o respeito fosse a razão da existência,
porquê no espírito onde o amor se fortalece
e em nobreza esse bem transforma,
é o mesmo amor quê nos maltrata, 
arma letal que fere e mata...
É o mesmo amor quê pelo ódio nos deforma.

Tu me amas porquê nada nos consome
e por mais quê o amor nos deforme e dome,
e pensamos quê tudo está acabado,
percebemos  enfim que nada foi mudado.

Amor é mesmo uma inconseqüência,
e não se define, é sem transparência,
mas é o mais sublime dos segredos.

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Observação: No fim desta semana, publicarei uma matéria sobre o 2 de Julho, com a "Ode ao Dous de Julho"

     

segunda-feira, 27 de junho de 2011

Matéria 1
S O L I C I T A Ç Ã O
    Prezados amigos do passado e do presente,
    como tenho avisado ultimamente tive que mudar meu correio eletrônico e meu blogue, por causa de um problema com minha senha. Devido a este fato estou sem poder comunicar-me com várias pessoas quê faziam parte de "meu grupo de amigos". Solicito a todos aqueles quê faziam parte de meu antigo correio eletrônico quê façam um jeito de se comunicar comigo para quê eu inclua seus nomes novamente na comunicação eletrônica. Peço também àqueles a quem tenho mandado mensagem ultimamente quê me respondam.

Matéria 2
S U G E S T Ã O
    Apesar de ciente da indiferença cultural de nossa cidade, vou lançar uma idéia arrojada, quê me veio à mente pela primeira vez durante  o Curso de Radialismo de quê participei. Trata-se do GRUPO DE ESTUDO E VALORIZAÇÃO DA LÍNGUA PORTUGUESA, DA ONOMÁSTICA E DA PESQUISA, que terá como base o hábito da leitura diversificada. 
    Hoje, dou apenas algumas idéias iniciais:
    * Membros: máximo de 50, dos quais: 
Radialistas, universitários de diversas áreas, professoras de Língua Portuguesa, Filologia, Literatura e Línguas estrangeiras. Poderão participar também autodidatas quê possuam uma boa base no estudo.
    Nos próximos dias apresentarei maiores detalhes.

Matéria 3
J A C O B I N A:  M I N H A   T E R R A  N A T A L
     Observação: Esta matéria foi redigida no dia 02 de junho, para ser lida através deste blogue no programa FALANDO SÉRIO, da Rádio Subaé, do dia 04 de junho. No entanto, como o texto se perdeu, estou recuperando-o.

     Hoje, me encontro na região de Jacobina, minha terra natal. A motivação desta viagem para esta data foi a comemoração dos 65 anos de idade de meu irmão Odilom Rodrigues de Oliveira, o único irmão do segundo casal quê prosseguiu a profissão de nosso pai: agricultor (1).
     Em 1949, ano em quê eu nasci, Jacobina tinha cerca de 7.200 habitantes. Eu e meus irmãos germanos nascemos na Fazenda Recanto, a 04 quilometros (2) do povoado "Peixe", pertencente ao Distrito de Itapeipu, cuja sede possuía aproximadamente 520 habitantes. Itapeipu,  hoje vila decrépita, tinha uma caracteristica: um olho-d'água que jorrava de uma rocha.Por isto, sua denominação antiga (3) era "Olho-d'Água da Laje". Com a efervescência do indigenismo, chamado impropriamente "indianismo", deram-lhe a denominação atual, do Tupi-Guarani, com a mesma significação: Ita'pé = Laje + I'pu = Olho-d'Água.
     A cidade "Jacobina" foi criada pela Lei Provincial n° 2.049, de 28 de julho de 1880, mas a povoação da região teve inicio no começo do século 17, devido à corrida de bandeirantes  paulistas e portugueses às minas de ouro da região. Este fato é atribuído a Roberto Dias (em algumas fontes, consta Robério Dias, mas Robério é um Nome pouco provável para aquela época).(4)
    A  cidade é cognominada "Cidade do Ouro", porquê até pouco tempo sua principal riqueza mineral era o ouro. Atualmente,  ainda explora o ouro, mas também a ametista e o minério de manganês. 
    Por cerca do ano 1945, (5) iniciou-se o povoado Capim Grosso, a 5 quilometros de Peixe, na mesma rodovia, em direção a Jacobina. Segundo contam os mais velhos, Capim Grosso recebeu esta denominação por causa de um capim grosso, semelhante a uma tiririca, existente numa lagoa próxima.
    O povoado teve ínicio com a construção de uma  casa de residência e uma casa de farinha do senhor capitão, situada no local onde atualmente se encontra a principal casa da cidade.
    Fui a Capim Grosso pela primeira vez, possivelmente em 1959 para assistir a uma missa. O pároco celebrante era o padre Alfredo Haasler, de Jacobina, de venerável memória. Ele faz parte da galeria da História da cidade, na entrada do edifício da Rádio Jacobina FM. Ele pertencia á  comunidade cistersiense de Jequitibá, município de Mundo Novo. Foi naquela comunidade quê eu iniciei meus estudos, onde adquiri uma boa base em minha cultura geral e em meus estudos de Lìnguas.Pena é quê, muitas vezes, a política atrasada, conservadora   e mesquinha prejudica a cidade.
    O "dia da cidade" é comemorado em 28 de julho.
    A cidade apresenta bons pontos turísticos, como cachoeiras, grutas, a Igreja da Missão, o Cruzeiro, a Lagoa Antônio Sobrinho e lindas regiões como a do Cocho, quê eu visitei agora pela segunda vez, e está mais bonita que na vez anterior, porquê a região está verde, exuberante.
     Entre as instituições culturais destacam-se a Academia Jacobinense de Letras e o centro cultural. Quem preside a Academia Jacobinense de Letras é o professor Edmundo Isidoro dos Santos, poeta e escritor, professor de Filosofia. Ele também faz parte da história da cidade. Dentre os vultos ilustres da cidade, merecem destaque o bacharel Justiniano (6) César Jacobina, quê exerceu a Magistratura no estado de São Paulo, e o jornalista e escritor Afonso Costa, o crítico literário Américo Jacobina Lacombe, e os políticos Francisco Rocha Pires e Fernando Daltro (7). Na área religiosa como já afirmei destaca-se o padre Alfredo Haasler.
    Quanto à origem do toponimo Jacobina, existem apenas duas explicações viavéis: " do Tupi-Guarani YAKU A' PINA = campo aberto, ou campo vasto, sem elevação; e a de outro autor: "terra de cascalho" e por isto, impróprio para a lavoura: do Tupi-Guarani YA KWA A' PINA = cidade que tem cascalho limpo, isto é: jazidas de cascalho descoberto. Este étimo daria Jacuabina.
   Confirmando a primeira explicação, a forma antiga do topônimo era Jacuabina. Em favor da segunda explicação, existe o vocábulo regional Jacobina, com a significação de "terra coberta de mato espinhoso e baixo, a qual não serve para lavoura"(8)
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   As notas deste texto ficarão para a próxima postagem

sexta-feira, 24 de junho de 2011

Matéria 01
R E T I F I C A Ç Ã O
     Na matéria sobre o feriado de Corpus Christi, cometi dois enganos, pois sua redação foi de última hora.
     Primeiramente, um erro de nomenclatura: Disse "consubstanciação": o correto é "transubstanciação". A frase bíblica citada se encontra em Mateus 26:26-29.
     A segunda falha é de coesão, ou talvez, de paralelismo semântico: ao citar a possibilidade de dispensa do feriado de SANTA ANA, esqueci-me de justificá-la. É sabido quê SANTA ANA é uma típica santa lendária: Ela não consta na Bíblia nem muito menos na História. Ela foi apenas "santificada" pela tradição, fato relativamente comum nos primeiros séculos da Era Cristã. Aliás, não posso deixar de dizer: MAIS. Existem verdadeiras arbitrariedade  na Hagiografia Católica, por dois motivos: O primeiro é quê a Igreja Católica sempre teve uma verdadeira mania de procurar pessoas para canonizar. O segundo é quê o processo de canonização só foi elaborado somente depois do primeiro milênio. Esta espécie de regulamentação do assunto passou a constar no Código de Direito Canônico, e tais regras, em sua maioria, continuam vigorando até hoje. Infelizmente, mesmo com a reforma do Calendário Litúrgico implantada pelo Concílio Vaticano 2º, a maioria dos erros do período em quê não existia o processo de canonização não foi corrigida. Exemplo: Alguns santos quê foram retirados do calendário por aquela revisão  continuam sendo cultuados, pelo povo e o quê é pior: pelos próprios sacerdotes católicos. Bons exemplos são: Santa Bárbara, São Cristóvão e São Jorge.
     Aproveitando a oportunidade ainda, lembro sobre  a expressão Corpus Christi: A Igreja Católica costuma traduzí-la como "Corpo de Deus" -- fato totalmente inadmissível, quer gramaticalmente, quer em termo de contéudo, de idéia, porquê Deus não tem corpo. Um exemplo semelhante, usando a nomenclatura da própria Igreja Católica, é contra a Teologia: "Maria, mãe de Deus" (Deus não tem mãe; Jesus é quê tem mãe).
     Justifico minha preocupação com este assunto devido a minha responsabilidade como formador de opinião, e não devido a minha atitude religiosa. Independentemente da filosofia religiosa que adoto, tenho obrigação como estudioso de alertar a sociedade sobre seus graves equívocos.

Matéria 02
 
S É R I E:  "É  I M PO R T A N T E   E S T U D A R   O S  N O M E S   P R Ó P R I O S" -- N° 2
     
    Í  N T I M A   R E L A Ç Ã O   E N T R E  N O M E S   P R Ó P R I O S  E  C O M U N S
(continuação)
     Tomemos o nome individual Jorge: Vem do Grego GEÓRGIOS,  pelo latim GEÓRGIUS, - I (Lembro quê somente o latim vulgar deu ao G o valor fonético de J). Significa: aquele quê trabalha com a terra (ÓRGIOS: Certamente do mesmo verbo quê produziu o radical grego -URGO, como em "dramaturgo" e "metalurgia"; GÉ = terra. Compara: Geografia). Este é um nome individual profissional, um tipo presente no Grego e no Latim, embora não recomendável, porquê nomes indicativos de profissões devem ser empregados como posnomes. O Latim tem muitos exemplos, como Cícero, originalmente posnome: aquele que cultiva grão-de-bico (em latim: CÍCER, -ÈRIS). Sua forma em Português deveria ser Cícerom, do acusativo. A terminação portuguesa -ÃO, do LATIM - O(N), ÓNIS, é   resultado de uma deturpação (gramaticalmente chamada corruptela), ocorrida nos primeiros séculos de nossa Língua. Infelizmente os gramáticos, filólogos e lexicógrafos não tiveram a idéia de corrigí-la, evitá-la, desaboná-la. Mesmo atualmente deve e pode ser evitada. Sabemos quê nosso povo gosta muito da terminação -ON, até nos Nomes arbitrários .
     Como vimos, a verdadeira função de "Cícero" (Cícerom) é de posnome. O exemplo romano mais conhecido é Marcus Túllius Cícero -- o mais brilhante orador romano. Ele tinha um irmão: Quintus Cícero; um filho: Marcus Cícero, e um sobrinho: Quintus Cícero . Os Romanos não consideravam a mãe na escolha da signatura, fato quê infelizmente ainda  é praticado entre nós. 
    Mudança indevida da FUNÇÃO  dos Antropônimos é fato comunissimo em Brasil, desde mais ou menos a quarta década do século 20.  Nossa sociedade perdeu totalmente a noção dos conceitos básicos da Lógica e da conveniência do assunto.
    Finalmente, lembro quê do Antropônimo italiano CICERONE (Cícero ou Cicerom) formou-se o nome comum "cícerone", s. m. : guia turístico (pessoa). Por sua vez, este substantivo, passando ao Português, formou o neologismo "ciceronear".
    Assim, fica evidente a íntrinseca relação entre Nomes próprios e nomes comuns. Decidi enfocar este assunto logo no ínicio da série por achar quê esta compreensão é básica para entender a importância da Onomástica e a visão sistemática do estudos dos nomes próprios. Criei um neologismo para esta relação: GLOTONOMÁSTICA.

Matéria 03
P E N S A M E N T O S  D E  M I N H A   A U T O R I A
     ** As pessoas honestas e competentes é quê  devem abraçar a política partidária. Se existisse esta consciência, a política em Brasil seria muito melhor. Cada cidadão deve conscientizar-se politicamente, para exigir de todo político uma atitude coerente com aquilo a quê se propôs ao candidatar-se.
    ** "As palavras comandam o mundo / e podem nossa vida inteira marcar / (....) pois elas corrompem, mas também edificam" (da poesia AS PALAVRAS)
   ** Não consigo entender como uma pessoa culta, pesquisadora, intelectual , cientista etc, se mantém no Protestantismo. A Bíblia é um dos livros mais falhos para a humanidade atual, principalmente o Antigo Testamento. Aquilo quê apresenta de bom no Novo Testamento é aproveitado pouco pelo Protestantismo,  um pouco mais pelo Catolicismo e por inteiro pelo Espiritismo (4/junho/2009)
   ** Existem pessoas quê são simplesmente  INDISCENTES, isto é : não aprendem, por mais quê os outros e a vida lhe ensinem. Esta é uma das causas pelas quais a vida tão complexa, tão díficil, e a humanidade será sempre muito diversificada e problemática.
   ** Geralmente, quem não estuda não dá valor a quem estuda. Afinal, é normal não se valorizar aquilo quê não se conhece. Muitas pessoas mantêm um conceito errôneo sobre o estudo, como aquele segundo o qual estudo é apenas memorização, apenas acúmulo de conhecimento, sem efeitos práticos. Além disto, uma visão elementar não permite atinar com o conteúdo apresentado por um estudioso. Ás vezes a pessoa até entende as palavras em si, mas não consegue assimilar o conteúdo. Então, o ignorante (no sentido correto do vocábulo) diz: "Este é um doido, um esquisitão! Ele vive fora do mundo"!....
 
Matéria 04
  O B S E R V A Ç Õ E S   F I N A I S
     Primeiramente, convido os internautas a lerem semanalmente minha série sobre Onomástica e sobre Língua Portuguesa, com visão racional.
     Numa das matérias anteriores, afirmei quê a comemoração de São Pedro deve limitar-se à  Liturgia Católica. Confirmo isto, diante da promoção de nossa prefeitura sobre eventos com este objetivo. Afinal, nossa sociedade precisa de trabalhar. As comemorações do São-João são suficientes para nosso lazer. 

quarta-feira, 22 de junho de 2011


Obs.: Relembro a todos quê estou disponível para proferir palestras sobre vários assuntos ligados a minhas especialidades, como também revisão de livros e textos em prosa e em versos. Tenho longa experiência neste trabalho.

M A T É R I A 01
F E R I A D O  D E  "C O R P U S  C H R I S T I"
     Inicialmente, preciso ressaltar quê a crítica quê faço a este fato tem como base meu conhecimento geral sobre religiões e sobre a situação atual de nossa sociedade.
     Nossa cidade está com o máximo permitido legalmente de feriados, sem incluir o dia da cidade: 18 de setembro. No ano passado, renovou-se a crítica de quê o dia da cidade não é feriado. Em matéria radiofônica, eu fiz uma análise minuciosa da situação, dando a seguinte conclusão:
A solução do problema é retirar-se o feriado de SANTA ANA, dia 26 de julho, para transformar-se o dia da cidade em feriado. Expliquei minuciosamente quê o dia da cidade é para todos, enquanto quê o dia de SANTA ANA, padroeira da cidade, é apenas para os católicos.
     Também expliquei quê minha solução é mais razoável ainda porquê a festa de Corpus Christi é um fato considerado apenas pela Igreja Católica, e o pior: totalmente desprovido de lógica. Em recente matéria no mesmo programa radiofônico, mostrei quê a interpretação da frase bíblica "Tomai e comei; isto é o meu corpo....",proferida durante a última ceia, está mal traduzida e principalmente mal interpretada. A Igreja Católica divulgou a idéia de mistério (mistério da Santíssima Trindade, mistério da Consubstanciação,  Divindade de Cristo etc.). No entanto, a Ciência Transcendental nos ensina quê a fé quê não se apóia na razão não tem fundamento, e a razão, neste caso específico, descredencia totalmente a consubstanciação do pão no corpo de Cristo e a do vinho em seu sangue.
     Espero quê a Igreja Católica entenda minha severa crítica. Obviamente não posso esperar quê ela mude sua doutrina, porquê, como diz o escritor João Ubaldo Ribeiro, "as religiões não foram feitas para mudar, de modo quê quem entra nelas é que tem que fazer o sacrifício de mudar-se".
     Com tudo isto, espero quê as autoridades católicas brasilesas tenham a humildade e o bom senso de aceitar a realidade social, dispensando o feriado da padroeira da cidade. Ela poderá efetuar a comemoração litúrgica no domingo mais próximo do dia 26, quando este dia não cair num domingo.
     É lamentável, pois, quê um fato como este nunca tenha sido mudado, devido à grande influência social da Igreja Católica. É importante observar quê estamos num país laico, desde a implantação da República. Mais ou menos no ano 1890, a Igreja separou-se do Estado, por iniciativa, principalmente de nosso grande gênio Rui Barbosa. Relembro aos senhores vereadores quê compete a eles a obrigação de rever este caso urgentemente

M A T É R I A 02
S É R I E  "F A L A   E    E S C R E V E   C O R R E T A M E N T E" -- Nº 2
Observação: Este texto foi redigido em 23 de abril, direcionado a este blogue. É importante relembrar quê sigo a teoria da Linguagem Racional, a qual confirma muitos pontos da Gramática convencional e repudia completamente outros.

A B R E V I A T U R A S  D O S  N O M E S  D O S  M E S E S
Emprego de abreviaturas em Brasil: Como "abreviaturas" não é um assunto sistematizado em nossas gramáticas, ocorrem erros primários no emprego delas. Brasil é o país quê mais emprega abreviaturas; paradoxalmente, é onde menos se sabe empregá-las... É imprescindivel quê nossos gramáticos, lexicografos (autores de dicionários de Línguas) e professores da área de Letras se despertem para este fato. Acordai-vos, professores da Língua Portuguesa! Na universidade  local, encontra-se com freqüência a abreviatura "PROFº" . Isto é ridículo e ao mesmo tempo irresponsável, lamentável!...
     Apresento quatro princípios básicos que devem nortear o emprego das abreviaturas:
1)  Princípio da proporcionalidade numérica, isto é: a quantidade de letras empregada numa abreviatura não deve exceder a metade do número de letras do vocábulo.
2)  Se se pode, sem nenhum inconveniente, empregar duas letras na abreviatura, não se empregue três e assim por diante
3) Considere-se sempre a existência de vocábulos cujas abreviaturas podem ser confundidas com aquelas quê elaboramos ou interpretamos. Exemplo; Empregue-se "Pd." para Pedro, elemento de um bibliônimo da Bíblia, e "Pe." para padre. Além disto, "Pe." para Pedro , vai de encontro às regras de "como abreviar as palavras"
4) Não se abrevie palavras de menos de cinco letras. Exceção: abreviaturas "convencionais": de placas de automóveis (nomes dos Estados) e de bibliônimos da Bíblia: AC.(Acre), Jo (João), Rt (Rute), etc
    ABREVIATURAS DOS MESES: Janeiro: Jan.    Fevereiro: Fev.    Março: Mç    Abril: Ab.(1)
                                             Maio (somente por necessidade absoluta de espaço, empregue-se Mº).
                                             Junho: Jn.    Julho: Jl.    Agosto: Ag.     Setembro. Set.                                                                      Outubro: Out.(2)      Novembro: Nov.   Dezembro: Dez.
OBSERVAÇÕES: 
1) É recomendável escrever-se os nomes dos meses com iniciais maíusculas, como fazem algumas Línguas: Latim, Alemão, Francês e Inglês, apesar de não serem nomes próprios.
2) Não se deve indicar o nome dos meses através de números:(Janeiro: 01; Fevereiro: 02 etc..). Esta prática, além de desnecessária, é inconveniente, porquê nem todos têm na mente o número equivalente a cada mês: 25/06/2.001: 25 do seis, isto é do mês número seis.
     O argumento da economia de espaço não é válido, porquê podemos fazer isto com as abreviaturas que apresentei : Jl, Jn, Ag, etc
     Compare-se: 08/03/2.011 (o número do ano deve ser escrito por inteiro).
                        08/Mç/2.011  ou: 8/Mç./2.011
Observação: Empregue-se o ponto aritmético, quê tem função oposta à da vírgula: 2,8.

NOTAS: (1)  A abreviatura AB pode ser interpretada também como "abade". No entanto, como a Área Semântica é muito diferente, não existe perigo de confusão na interpretação. 
(2) Alguns dicionários registram a variante Oitubro, pois o nome Outubro vem do Latim "October (mensis)" ligado ao numeral cardinal "octo = oito". Compara: Novembro: do antigo mês romano número nove. A forma "oitubro", pois, é recomendável.

M A T É R I A 03
 A R T E   P O É T I C A
 Para hoje, escolhi  minha poesia "O aproveitador", quê, embora muito simples tecnicamente, tem um conteúdo importante para o Meio Ambiente.

O   A P R O V E I T A D O R
 
Ele diz sempre quê aproveita tudo, 
pois é "o grande aproveitador",
porquê se preocupa com o meio ambiente,
muito prejudicado pelo homem esbanjador.

O desperdício é um grande problema
para o meio ambiente e para a economia;
também aumenta  nosso trabalho,
nossas despesas e o consumo de energia.

"Tudo aquilo quê existe é para ser utilizado,
e não para ser desperdiçado".
È príncipio do Racionalismo, 
pleno de Lógica e Pragmatismo.

Além dos motivos expressos,
o Aproveitador tem disto necessidade;
em problema financeiro vive imerso,
sempre carente, em dificuldade.

Apanha roupa, apanha papel;
pega tábuas, haja material...
pega tijolos a granel, 
recolhe livro e jornal.

Às vezes tem que usar perícia
para não o verem fazer isto;
pois sabe quê a sociedade tem malícia:
Quem age assim por ela é mal visto

M A T´É R I A 04
P E N S A M E N T O S   D E  O U T R O S  A U T O R E S
E N T U S I A S M O
     A palavra em si já diz tudo: Vem de duas palavras gregas quê significam "em Deus". Enfim, é quase um estado de graça. O entusiasmo funciona como uma bateria de energia inesgotável. Ilumina o rosto triste, torna os olhos brilhantes e alegres. Para o entusiasmado, não existe desânimo, somente o sucesso! O entusiasmo sempre abre uma porta quando as outras chaves falham. É a fonte da eterna juventude. Basta investigar na História da Humanidade.
      Os homens quê exerceram grande influência no mundo nem sempre foram os mais inteligente ou espertos, mas os mais determinados e entusiasmados, capazes de envolver os outros com seu carisma. O entusiasmo tem um quê de misterioso... Capaz de transformar  qualquer pessoa num individuo excepcional... Como anda teu entusiasmo? Se tu achas quê é impossível entusiasmar-te  com os "dias de hoje", acredita: Isto jamais mudará se não te entusiasmares com tudo aquilo quê a vida oferece diariamente. Acredita no mundo. Entusiasma-te contigo próprio!
 

terça-feira, 21 de junho de 2011

                                                               S O L I C I T A Ç Ã O
* Continuo a solicitar aos amigos internautas e especialistas para quê me enviem sugestões para a ornamentação deste blogue, porquê sou inexperiente nesta área, além de outras deficiências em minha situação atual.

Matéria 01
                                      "E S P Í R I T A"  E  "E S P I R I T I S T A" (1)
Observação: Esta matéria foi redigida no dia 08 de Janeiro de 2011, para o programa "Falando Sério", na Rádio Subaé AM

     Normalmente, em Brasil, se diz "ESPÍRITA", mas alguns autores e dicionários registram também ESPIRITISTA. Qual o mais correto?
     Costumo lembrar quê, em Linguagem, diante de duas formas ou de duas construções, sempre existe uma quê deve ser preferida, por ser mais correta, sob um ou outro aspecto.
     A forma preferível é ESPIRITISTA, por dois motivos:
     1- A forma ESPÍRITA vem do Francês SPIRITE (adj. 2 g.+ s. 2g.). Ora, a Língua Francesa não possui proparoxítonos. Além disto, o sufixo -ita (em Francês:  -ite) leva a palavra à tonicidade paroxítona. Então o Francês SPIRITE produz em português ESPIRITA (RÍ).
     Até o Dicionário de Aurélio (1ª edição, 1975), tão falho (ao contrário do que a maioria pensa...), registra:
"Var. pros: (2): espirita" .
     2- A forma ESPIRITISTA  vem do Português "espírito + -ista". O sufixo português -ista, também leva a palavra à tonicidade paroxítona. Quanto á Semântica (3), -ista é melhor que -ita para o caso. Confere: raça / racista; trabalho / trabalhista.
     Conclusão: Pode-se empregar ESPIRITA (rí), mas a forma  melhor é ESPIRITISTA

N O T A S:
(1) Este texto foi ampliado para o programa "Espiritismo no Ar"
(2) "Var. pros.": = variante prosódica (prosódia: trata da sílaba tônica, incluída na ORTOÉPIA, que é a forma correta da palavra)
(3) Semântica: parte de uma Língua quê trata da significação das palavras (não apenas casos especiais, como querem alguns autores).

Feira de Santa Ana, Baía, terça-feira, 21 de Junho de 2011
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Matéria 02
  JUIZ GOIANO ANULOU RECONHECIMENTO DE UNIÃO HOMÓFILA
      Um juiz de Goiás anulou o reconhecimento da união estável entre dois homófilos da capital  goiana. Ele argumentou que o  Supremo Tribunal Federal tinha transgredido a Constituição Federal, porquê ela não prevê este tipo de ato jurídico. O Meritíssimo Senhor Juiz está totalmente equivocado: Realmente a Constituição Federal ainda não inclui este ato jurídico;  no entanto, o que o STF fez foi consagrar a Jurisprudência até agora já praticada no País. Para quem não sabe, a Jurisprudência é o conjunto de práticas continuadas em processos sob determinado assunto, independentemente da Lei. Quando isto acontece, é obrigação do Congresso transformar a  Jurisprudência em Lei. É óbvio quê o Meritissímo Senhor Juiz sabe muito bem disto. Ele tomou esta atitude, não há dúvida, simplesmente porquê é contra tal Jurisprudência; no entanto, as vítimas de sua arbitrariedade tomaram imediatamente as providências. Faz poucos minutos quê ouvi no Jornal Nacional, da Rede Globo, quê uma corregedora cancelou  sua atitude. Felizmente a verdade venceu.  
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