COMPLEMENTO À MATÉRIA DE ONTEM: 17 DE MAIO : DIA DE COMBATE À HOMOFOBIA
Inicialmente, peço desculpas aos internautas, porque não consegui efetuar a revisão da matéria, conforme prometi. No entanto, cumpro a segunda promessa: complementar a matéria:
Hoje ouvi num noticiário que a COMISSÃO que trata do CÓDIGO PENAL aprovou a LEI QUE CRIMINALIZA A HOMOFOBIA. Essa lei inclui uma lista de atitudes que, quando motivadas pela orientação sexual de outrem, são consideradas crimes de homofobia. Nessa lista, constam também atitudes contra outras classes, como religiosos e mulheres (questão de gêenero, neste caso).
Felizmente, aconteceu uma coisa esperada por muitos, faz tempo. Não apenas as classes atingidas por essa lei, mas qualquer pessoa de formação, de consciência, que usa a racionalidade em sua vida.
É preciso que todos entendam que a diversidade faz parte da vida, que nem todos são iguais. Somos relativamente iguais apenas como seres humanos. A aceitação da diversidade faz parte não apenas da lógica, mas também do grande preceito da caridade, tão pregado pelo DIVINO MESTRE.
N O T A S:
(1) Não se adote a sigla GLBT, nem GLBTT. Pela Linguagem Racional, empregue-se MINAFES, isto é: MINORIAS AFETIVO-SEXUAIS.
(2) Empregue-se BRASILÊS, BRASILESA, como "francês, francesa". "Brasileiro", na realidade, era aquele explorador de brasil (árvore), na época do descobrimento oficial de nosso país.
(3) Esta sigla, não mais utilizada, significa: GAYS, LÉSBICAS E SIMPATIZANTES. Sempre a mania de anglicismos...
(4) Substitua-se o vocábulo HETEROSSEXUALIDADE, híbrido e inadequado semanticamente, por HETEROFILIA (Vede a nota (5)).
(5) Em primeiro lugar, ao invés de HETEROSSEXUAL, empregue-se "heterófilo,-a". Em segundo lugar, não faz sentido empregar-se "homofobia"em relação aos héteros, porquê "homofobia" significa, literalmente "fobia (aversão, antipatia, rejeição) aos homófilos". A falta de atenção às questões gramaticais produz este tipo de equívoco.
segunda-feira, 28 de maio de 2012
domingo, 27 de maio de 2012
17 DE MAIO; DIA DE COMBATE Á HOMOFOBIA
'BRASIL SEM HOMOFOBIA:
Programa de Combate à Violência e à Discriminação contra as MINORIAS AFETIVO-SEXUAIS (MINAFES) e de promoção da Cidadania Homófila" : adaptação do título de um opúsculo publicado pela presid~encia da República , através da secretaria Especial de Direitos Humanos , em 2.008, com a participação de inúm,eras pessoas da área de Direitos Humanos e Ciências Sociais e entidades da mesma área.
Na apresentação desse trabalho, PAULO VANNUCHI, Secretário especial dos direitos Humanos, diz:
"A dedicação de milhares de brasileirosn e de brasileiras pela afirmação dos direitos da população GLBT (1), em contraste com uma realidade marcada pelo preconceito e discriminação, tornou urgente a adoção , pelo Congresso FederaL, em parceria com a Sociedade civil, de ações que possibilitassem a ampliação do exercício da Cidadania deste expressivo segmento da sociedade brasileira" (2) (mesma fonte, "ipsis lítteris").
Infelizmente, o Projeto de lei para a criminalização da HOMOFOBIA, apresentado pela senadora Marta Suplicy, esteve parado por muito tempo, devido à resist~encia do grupo religioso, formado principalmente por católicos e protestantes, pessoas que, não utilizando a inteligência, querem submeter o País a uma TEOCRACIA, atitude totalmente inadequada para a época atual e para nossa sociedade. Seus argumentos são totalmente sem fundamento quando citam como base a BÍBLIA, obra que, na realidade, nada tem contra o assunto. (Confere: Padre Daniel A. Helminiak: O QUE A BÍBLIA REALMENTE DIZ SOBRE A HOMOSSEXUALIDADE, edições GLS (3), São Paulo, S.P., 1.998, traduzido por Eduardo Teixeira nUNES).
Ultimamente, Marta Suplicy retomou a liderança do projeto contra este fato vergonhoso, irracional e anacrõnico.
O texto-base da Confer~encia Nacional de GAYS (1), Lésbicas, travestis e Transexuais, realizada em braília em 2.008, define assim HOMOFOBIA:
"Conseq"uencia direta da hierarquização das sexualidades e do "status" superior arbitrariamente conferido à heterossexualidade, (4), suposta como natural, em detrimento de outras manifestações e expressões das identidades e das práticas sexuais, tidas como inferiores ou mesmo anormais.A HOMOFOBIA (grifo meu) é um fenõmeno que costuma produzir ou se vincular a preconceitos e mecanismos de discriminação, da estigmatização e viol~encia contra pessoas GLBT (1) e, mais genericamente, contra todas s pessoas (inclusive as heterosexuais0 (5), cujas expressões de masculinidade e feminilidade não se enquadram nas formas de g~enero culturalmente estabelecidas" (PÁGINA 50)
Observação: Devido a meu tempo, completarei e revisarei esta matéria amanhã
'BRASIL SEM HOMOFOBIA:
Programa de Combate à Violência e à Discriminação contra as MINORIAS AFETIVO-SEXUAIS (MINAFES) e de promoção da Cidadania Homófila" : adaptação do título de um opúsculo publicado pela presid~encia da República , através da secretaria Especial de Direitos Humanos , em 2.008, com a participação de inúm,eras pessoas da área de Direitos Humanos e Ciências Sociais e entidades da mesma área.
Na apresentação desse trabalho, PAULO VANNUCHI, Secretário especial dos direitos Humanos, diz:
"A dedicação de milhares de brasileirosn e de brasileiras pela afirmação dos direitos da população GLBT (1), em contraste com uma realidade marcada pelo preconceito e discriminação, tornou urgente a adoção , pelo Congresso FederaL, em parceria com a Sociedade civil, de ações que possibilitassem a ampliação do exercício da Cidadania deste expressivo segmento da sociedade brasileira" (2) (mesma fonte, "ipsis lítteris").
Infelizmente, o Projeto de lei para a criminalização da HOMOFOBIA, apresentado pela senadora Marta Suplicy, esteve parado por muito tempo, devido à resist~encia do grupo religioso, formado principalmente por católicos e protestantes, pessoas que, não utilizando a inteligência, querem submeter o País a uma TEOCRACIA, atitude totalmente inadequada para a época atual e para nossa sociedade. Seus argumentos são totalmente sem fundamento quando citam como base a BÍBLIA, obra que, na realidade, nada tem contra o assunto. (Confere: Padre Daniel A. Helminiak: O QUE A BÍBLIA REALMENTE DIZ SOBRE A HOMOSSEXUALIDADE, edições GLS (3), São Paulo, S.P., 1.998, traduzido por Eduardo Teixeira nUNES).
Ultimamente, Marta Suplicy retomou a liderança do projeto contra este fato vergonhoso, irracional e anacrõnico.
O texto-base da Confer~encia Nacional de GAYS (1), Lésbicas, travestis e Transexuais, realizada em braília em 2.008, define assim HOMOFOBIA:
"Conseq"uencia direta da hierarquização das sexualidades e do "status" superior arbitrariamente conferido à heterossexualidade, (4), suposta como natural, em detrimento de outras manifestações e expressões das identidades e das práticas sexuais, tidas como inferiores ou mesmo anormais.A HOMOFOBIA (grifo meu) é um fenõmeno que costuma produzir ou se vincular a preconceitos e mecanismos de discriminação, da estigmatização e viol~encia contra pessoas GLBT (1) e, mais genericamente, contra todas s pessoas (inclusive as heterosexuais0 (5), cujas expressões de masculinidade e feminilidade não se enquadram nas formas de g~enero culturalmente estabelecidas" (PÁGINA 50)
Observação: Devido a meu tempo, completarei e revisarei esta matéria amanhã
terça-feira, 20 de março de 2012
MATÉRIA NÚMERO 01; SÉRIE '´É IMPORTANTE ESTUDAR OS NOMES PRÓPRIOS" -- NÚMERO 10;
ALGUMAS CURIOSIDADES DA ONOMÁSTICA BÍBLICA
A Bíblia é a maior fonte de nomes próprios da Antiguidade conhecida no Ocidente, devido ao fator religioso. É não apenas um grande repertório onomástico, mas também uma fonte de fatos onomásticos.
Ela possui cerca de 03 mil nomes próprios, sendo aproximadamente l.550 nomes personativos: nomes individuais (ou "Nomes") e apenas cerca de l5 posnomes, alguns dos quais atualmente são Nomes.
As diversas traduções da bíblia deturparam muito a Onomástica, principalmente as traduções promovidas pela Igreja Católica, com base na famosa "Vulgata latina', a cargo de São Jerônimo (quarto século).
Exemplificando este tópico:
# Tobias: É apenas o Nome do filho de Tobi, quê deu nome ao livro (no caso: bibliônimo). TOBIAS. Assim, o bibliônimo correto é TOBI.
# A forma correta é MALAQUI = meu mensageiro, não MALAQUIAS. No livro bíblico "Profecias de Malaquias", o texto diz: "através de meu mensageiro". Assim, não deveria ter sido traduzida esta expressão como nome próprio personativo. Ademais, a terminação IAS foi utilizada por analogia aos diversos Nomes bíblicos hebraicos com esta terminação..
# A forma correta é IAGO, nunca TIAGO. Esta deturpação ocorreu por causa das romarias à cidade SANTO IAGO DE COMPOSTELA, em Espanha.
Como conseqüência, o posnome SANTIAGO é errôneo. Observe-se: A ignorãncia onomástica é tão grande que existem pessoas com o NOME "Santiago".
# A Igreja Católica também foi a causadora da grande deturpação "TOMÉ" para TOMÁS, apóstolo de Cristo. Outra deturpação: Putifar. A Bíblia possui dois Nomes semelhantes (parônimos): Potífar e POTÍFERA.
Também a Bíblia apresenta vários casos de etimologias populares, pois na época não existia ainda a FILOLOGIA, ciência que estuda, entre outros assuntos, a origem das palavras. Assim, "Moisés" não quer dizer "salvo das águas", mas "filho", ou "servo", de uma palavra egípcia.
A diferença entre a FORMA e a GRAFIA dos nomes próprios entre as bíblias traduzidas pela Igreja cCatólica e pelo Protestantismo é tão grande que alguns Nomes chegam a ser totalmente irreconhecíveis na outra tradução. EXEMPLOS:
Bíblia Católica, Edições Paulinas, São Paulo, S.P., l.969 (edição católica):
# Zara (masc.), Faleg (masc.), Sarvia (fem.), Romelia (masc.), Sela (fem.),Teglatfalasar (masc.), Baltazar (masc.).
Na NOVA BÍBLIA VIVA, Ediôra Mundo Cristão, 2.0l0 (edição protestante):
# Zerá, Pelegue, Zeruia, Remalias, Zila, Tilgate-Pileser, Beltessazar
Os NOMES mais curtos da Bíblia: Eí, (H)er, Om, Ur, Ir (=Iri), Jó (Significa: amargurado, triste), Ló, Rã (Errado: Rão), Cã, Dã.(l)
OS NOMES mais longos da Bíblia: Evil-Merodaque, Tilgate-Pileser, Nabucodonosr, Herodíade (fem.),Zorobabel.
TOPÕNIMOS MAIS LONGOS: Traconítide, Quiriate-Jearim, Cesaréia de Filipe, Belém de Efrata, Monte das Oliveiras, Guibeate-Benjamim.
# OUTRAs Curiosidades;
-- O Nome que possui o maior número de portadores na Bíblia: de homens: ZACARIAS; de MULHER: maaca.
-- BELÉM é também o Nome de uma pesoa na maioria das traduções.
-- A pronunciação correta é NÁIM, de uma pequena cidade ( LC 7:11), diferente de NAIM, Nome masculino árabe..
-- ABIGAIL l é Nome feminino, mas ABIAIL é Nome masculino. ABIAS é Nome masculino, mas seu parõnimo ABIA é Nome feminino, da mesma origem. Infelizmente, muitas traduções confundem tudo," misturam alhos com bugalhos!...
-- QUEILA é topõnimo, não NOME feminino. A tradução ABIQUEILA é errônea. Significa "pai de Queikla"; "pai" em sentidfo figurado.
-- O correto é SIMÃO, FILHO DE JOÃO", não Simão-Barjonas". O problema aconteceu porquê a forma aramaica de JOÃO é quase igual á forma de JONAS.
## SÃO TOPÔNIMOS, não Nomes; Betãnia, Mitilene, Abilene (errôneo: Abilina), Nazaré, Ebenézer, Moriá (um monte0.
## "Cristo" -- Embora indique uma missão, seja uma espécie de epíteto, na construção "Jesus Cristo", realmente funciona como posnome, apesar de seus conterrâneos da época não utilizarem posnomes. Observe-se a diferença: "O Cristo cumpriu fielmente sua missão" e "A missão de Jesus Cristo foi cumprida fielmente"
### VARIEDADE DE FORMAS E GRAFIAS: Nome: Josabá, Jeoseba, Josebá, Joseba: 2Reis 11: 2 -- uma mulher.
-- Haman, Aman, Hamã, Hamam: Ester 1:1 e 3:1 -- um amalequita (sic)
-- Topônimo: Sunam, Sunem, Sulão, Sunão, Suném. (Js 1l^:l8).
### MICAEL (Evite-se a forma "Miguel") não quer dizer "quem é como Deus?" -- mas "aquele quê é como Deus", isto é: tão santo que pode ser comparado com Deus.
-- JACÓ não significa "enganador", mas 'aquele que suplanta". A referência à qualidade "enganador" foi baseada no fato de ele ter suplantado seu irmão ao nascerem.
$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$
(l) A maioria dos Nomes "profanos" da Bíblia, no Antigo Testamento, possui apenas uma ou duas sílabas. Os Nomes chamados "teofóricos" (que se referem a Javé ou a Deus) possuem sempre, no mínimo, três sílabas..
A Bíblia é a maior fonte de nomes próprios da Antiguidade conhecida no Ocidente, devido ao fator religioso. É não apenas um grande repertório onomástico, mas também uma fonte de fatos onomásticos.
Ela possui cerca de 03 mil nomes próprios, sendo aproximadamente l.550 nomes personativos: nomes individuais (ou "Nomes") e apenas cerca de l5 posnomes, alguns dos quais atualmente são Nomes.
As diversas traduções da bíblia deturparam muito a Onomástica, principalmente as traduções promovidas pela Igreja Católica, com base na famosa "Vulgata latina', a cargo de São Jerônimo (quarto século).
Exemplificando este tópico:
# Tobias: É apenas o Nome do filho de Tobi, quê deu nome ao livro (no caso: bibliônimo). TOBIAS. Assim, o bibliônimo correto é TOBI.
# A forma correta é MALAQUI = meu mensageiro, não MALAQUIAS. No livro bíblico "Profecias de Malaquias", o texto diz: "através de meu mensageiro". Assim, não deveria ter sido traduzida esta expressão como nome próprio personativo. Ademais, a terminação IAS foi utilizada por analogia aos diversos Nomes bíblicos hebraicos com esta terminação..
# A forma correta é IAGO, nunca TIAGO. Esta deturpação ocorreu por causa das romarias à cidade SANTO IAGO DE COMPOSTELA, em Espanha.
Como conseqüência, o posnome SANTIAGO é errôneo. Observe-se: A ignorãncia onomástica é tão grande que existem pessoas com o NOME "Santiago".
# A Igreja Católica também foi a causadora da grande deturpação "TOMÉ" para TOMÁS, apóstolo de Cristo. Outra deturpação: Putifar. A Bíblia possui dois Nomes semelhantes (parônimos): Potífar e POTÍFERA.
Também a Bíblia apresenta vários casos de etimologias populares, pois na época não existia ainda a FILOLOGIA, ciência que estuda, entre outros assuntos, a origem das palavras. Assim, "Moisés" não quer dizer "salvo das águas", mas "filho", ou "servo", de uma palavra egípcia.
A diferença entre a FORMA e a GRAFIA dos nomes próprios entre as bíblias traduzidas pela Igreja cCatólica e pelo Protestantismo é tão grande que alguns Nomes chegam a ser totalmente irreconhecíveis na outra tradução. EXEMPLOS:
Bíblia Católica, Edições Paulinas, São Paulo, S.P., l.969 (edição católica):
# Zara (masc.), Faleg (masc.), Sarvia (fem.), Romelia (masc.), Sela (fem.),Teglatfalasar (masc.), Baltazar (masc.).
Na NOVA BÍBLIA VIVA, Ediôra Mundo Cristão, 2.0l0 (edição protestante):
# Zerá, Pelegue, Zeruia, Remalias, Zila, Tilgate-Pileser, Beltessazar
Os NOMES mais curtos da Bíblia: Eí, (H)er, Om, Ur, Ir (=Iri), Jó (Significa: amargurado, triste), Ló, Rã (Errado: Rão), Cã, Dã.(l)
OS NOMES mais longos da Bíblia: Evil-Merodaque, Tilgate-Pileser, Nabucodonosr, Herodíade (fem.),Zorobabel.
TOPÕNIMOS MAIS LONGOS: Traconítide, Quiriate-Jearim, Cesaréia de Filipe, Belém de Efrata, Monte das Oliveiras, Guibeate-Benjamim.
# OUTRAs Curiosidades;
-- O Nome que possui o maior número de portadores na Bíblia: de homens: ZACARIAS; de MULHER: maaca.
-- BELÉM é também o Nome de uma pesoa na maioria das traduções.
-- A pronunciação correta é NÁIM, de uma pequena cidade ( LC 7:11), diferente de NAIM, Nome masculino árabe..
-- ABIGAIL l é Nome feminino, mas ABIAIL é Nome masculino. ABIAS é Nome masculino, mas seu parõnimo ABIA é Nome feminino, da mesma origem. Infelizmente, muitas traduções confundem tudo," misturam alhos com bugalhos!...
-- QUEILA é topõnimo, não NOME feminino. A tradução ABIQUEILA é errônea. Significa "pai de Queikla"; "pai" em sentidfo figurado.
-- O correto é SIMÃO, FILHO DE JOÃO", não Simão-Barjonas". O problema aconteceu porquê a forma aramaica de JOÃO é quase igual á forma de JONAS.
## SÃO TOPÔNIMOS, não Nomes; Betãnia, Mitilene, Abilene (errôneo: Abilina), Nazaré, Ebenézer, Moriá (um monte0.
## "Cristo" -- Embora indique uma missão, seja uma espécie de epíteto, na construção "Jesus Cristo", realmente funciona como posnome, apesar de seus conterrâneos da época não utilizarem posnomes. Observe-se a diferença: "O Cristo cumpriu fielmente sua missão" e "A missão de Jesus Cristo foi cumprida fielmente"
### VARIEDADE DE FORMAS E GRAFIAS: Nome: Josabá, Jeoseba, Josebá, Joseba: 2Reis 11: 2 -- uma mulher.
-- Haman, Aman, Hamã, Hamam: Ester 1:1 e 3:1 -- um amalequita (sic)
-- Topônimo: Sunam, Sunem, Sulão, Sunão, Suném. (Js 1l^:l8).
### MICAEL (Evite-se a forma "Miguel") não quer dizer "quem é como Deus?" -- mas "aquele quê é como Deus", isto é: tão santo que pode ser comparado com Deus.
-- JACÓ não significa "enganador", mas 'aquele que suplanta". A referência à qualidade "enganador" foi baseada no fato de ele ter suplantado seu irmão ao nascerem.
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(l) A maioria dos Nomes "profanos" da Bíblia, no Antigo Testamento, possui apenas uma ou duas sílabas. Os Nomes chamados "teofóricos" (que se referem a Javé ou a Deus) possuem sempre, no mínimo, três sílabas..
segunda-feira, 19 de março de 2012
Matéria número 0l: GRUPO ORGANIZADOR DO Instituto Nacional de Apoio à Cidadania
Desde o inicio deste ano, eu estou fazendo parte de um pequeno grupo que tem como objetivo fundar o INSTITUTO NACIONAL DE APOIO À CIDADANIA (INACI), uma entidade não governamental, de caráter social, sem fins lucrativos, de abrangência nacional, conforme indicado em seu nome.
Sabemos que nosso país tem inúmeros problemas sociais, advindos de uma secular falta de apoio das autoridades, de um sistema educacional fraco, etc. Por isto, faz tempo que eu desejava fazer parte de uma entidade deste tipo.Ffelizmente, o Sr, Édsom Miguel dos Anjos me convidou para participar da fundação do grupo, idealizado pelo Sr. Gílsom Marinho.
Assim, estou empenhado neste empreendimento. Sou secretário e assessor de comunicação nesta fase providória. O encaminhamento do estatuto tem sido feito por mim, através da orientação de Dr. Albertino Carneiro, advogado e homem altamente experiente em trabalhos sociais.
Assim, convido as pessoas de boa vontade a nos procurar, para participarem das reuniões e verificar a possibilidade de participarem do movimento em fase posterior ou de imediato.
As pessoas competentes devem enfrentar a batalha, não perder tempo, pois a vitória é daqueles que lutam, que têm um ideal e trabalham para consegui-lo.. Podem telefonar-me também para obter informações: (75)3487-7340.
MATÉRIA NÚMERO 02: 50 ANOS DE ESTUDO DE ONOMÁSTICA
NO PRÓXIMO DIA 26, UMA SEGUNDA-FEIRA, ESTAREI COMPLETANDO 50 ANOS DE ESTUDO DE ONOMÁSTICA. Comecei pela Antroponímia, que é sua divisão básica, a mais importante; os nomes próprios personativos, tecnicamente chamados ANTROPÕNIMOS. Infelizmente, nossa sociedade está em completa ignorância sobre esta importante divisão da gramática. Até mesmo os chamados "Mestres" e "Doutores" em |Lingua Portuguesa, Literatura e Filologia nada entendem de nomes próprios. esta é a triste realidade!. A Universidade Estadual de Feira de Santa Ana, por exemplo, chegou ao absurdo de qualificar de IRRELEVANTE' meu projeto de Sistematização da Onomástica para a Língua Lusitano-brasilesa... Mas eu não desisto. sei que mais cedo ou mais tarde as pessoas começarão a entender o problema.
Os nomes próprios fazem parte da Língua tanto quanto os nomes comuns, e estão presentes em nossa vida desde antes do nacimento até a posteridade.
Continuo à disposição de todos para quaisquer esclarecimentos, inclusivamente para palestras para qualquer tipo de público.
Sabemos que nosso país tem inúmeros problemas sociais, advindos de uma secular falta de apoio das autoridades, de um sistema educacional fraco, etc. Por isto, faz tempo que eu desejava fazer parte de uma entidade deste tipo.Ffelizmente, o Sr, Édsom Miguel dos Anjos me convidou para participar da fundação do grupo, idealizado pelo Sr. Gílsom Marinho.
Assim, estou empenhado neste empreendimento. Sou secretário e assessor de comunicação nesta fase providória. O encaminhamento do estatuto tem sido feito por mim, através da orientação de Dr. Albertino Carneiro, advogado e homem altamente experiente em trabalhos sociais.
Assim, convido as pessoas de boa vontade a nos procurar, para participarem das reuniões e verificar a possibilidade de participarem do movimento em fase posterior ou de imediato.
As pessoas competentes devem enfrentar a batalha, não perder tempo, pois a vitória é daqueles que lutam, que têm um ideal e trabalham para consegui-lo.. Podem telefonar-me também para obter informações: (75)3487-7340.
MATÉRIA NÚMERO 02: 50 ANOS DE ESTUDO DE ONOMÁSTICA
NO PRÓXIMO DIA 26, UMA SEGUNDA-FEIRA, ESTAREI COMPLETANDO 50 ANOS DE ESTUDO DE ONOMÁSTICA. Comecei pela Antroponímia, que é sua divisão básica, a mais importante; os nomes próprios personativos, tecnicamente chamados ANTROPÕNIMOS. Infelizmente, nossa sociedade está em completa ignorância sobre esta importante divisão da gramática. Até mesmo os chamados "Mestres" e "Doutores" em |Lingua Portuguesa, Literatura e Filologia nada entendem de nomes próprios. esta é a triste realidade!. A Universidade Estadual de Feira de Santa Ana, por exemplo, chegou ao absurdo de qualificar de IRRELEVANTE' meu projeto de Sistematização da Onomástica para a Língua Lusitano-brasilesa... Mas eu não desisto. sei que mais cedo ou mais tarde as pessoas começarão a entender o problema.
Os nomes próprios fazem parte da Língua tanto quanto os nomes comuns, e estão presentes em nossa vida desde antes do nacimento até a posteridade.
Continuo à disposição de todos para quaisquer esclarecimentos, inclusivamente para palestras para qualquer tipo de público.
domingo, 20 de novembro de 2011
MATÉRIA 1
MAIS DE 2000 PROCESSOS DE RETIFICAÇÃO DO REGISTRO CIVIL CORREM EM FEIRA DE SANTA ANA
Nesta semana, foi divulgada esta notícia. São exatamente 2.155 processos que correm no Fórum Desembargador Filinto Bastos para tratar de retificações diversas em Registros Civis de Nascimento. Existem casos relativamente simples, como retificação de grafia, e casos graves, como troca do sexo, datas erradas, omissão ou erro de posnomes etc.
A causa de tais erros é a falta de atenção e o despreparo por parte do oficial do Registro Civil e seus subalternos, mas também podemos dizer a mesma coisa em relação ao declarante. Sabemos que o oficial do Registro Civil e seus auxiliares são despreparados no tocante ao assunto quanto os cidadãos em geral.
Se aos cidadãos falta a noção mínima da importância do Registro Civil e dos antropônimos, o mesmo acontece com quem trabalha nos cartórios. No entanto, é óbvio que a responsabilidade legal do oficial do Registro Civil é muito maior neste particular que a responsabilidade do cidadão comum.
Temos contado a muita gente o caso de meu irmão Arquimedes Carneiro de Oliveira, o qual, ao completar 65 anos, ficou sabendo, por meio dos funcionários do INSS que segundo seu Registro Civil, ele era uma mulher. Observe-se que ele somente ficou sabendo disto ao cuidar dos papéis para a aposentadoria. Ele é uma das pessoas que nunca deu nenhuma importância à Antroponímia e a documentos. Foi vítima da própria ignorancia, como ocorre com muita gente neste país.
Aproveito a oportunidade para lembrar que somente a Sistematização da Antroponímia solucionará estes tipos de problema. Por isto, cito alguns de seus elementos importantes:
* Gênero: Na realidade, não existe "Nome comum-de-dois". Isto é uma regra universal. Cada nome individual é criado para um determinado sexo. Na Lìngua Por tuguesa, a definiçao do gênero se realiza através da terminação, do uso e da significação. No exemplo citado, a terminação -EDES, é do sexo masculino.Outros exemplos da questão do gênero: São femininos os seguintes nomes: Alcíone, Euterpe, Térpsicore, Dagmara, Tamara, Cíbele, Erótide, Pérside e Dâmares. São Nomes masculinos: Silas, Eliã, Magdiel, Dagmar, Jurandir e Juraci.
* Grafia e forma: É muito importante procurar-se a forma correta de cada antropônimo, juntamente com a grafia correspondente.No antropônimo "Casimiro", a forma faz oposição à forma errônea Casemiro, e a grafia correta é com S, e não com Z.
* Função: Os antropônimos variam de função. Suas funções são três: Nome (ou nome individual), posnome (comumente chamado "sobrenome") e apelido. Quando se vai planejar a signatura de uma criança, ou se vai planejar nosso próprio nome artistico ou até um seudônimo, é preciso ter tudo isso em consideração
* Finalmente, o príncipio da hereditariedade dos posnomes, para formar o nome de família.Cada registrando deve possuir no mínimo um posnome do pai e um da mãe.Neste ponto não posso esquecer de dizer que a mulher, ao se casar, não deve, em hipótese alguma, adotar um posnome do marido. Esta prática é pessima para a Sistematização da Antroponímia
MATERIA 2
CONGRESSO DE RADIALISTAS
Ocorreu no último periodo intersemanal, o Primeiro Encontro da FENART (FEderação Nacional de Trabalhadores em Rádio e Televisão) do Interior. Pena que foi muito resumido. Vieram pessoas até do Amazonas. O coordenador dos trabalhos, senhor Hugo Silveira, é uma figura interessante, por sua cultura geral e por sua personalidade . No sábado à noite, ocorreu a abertura, no Parque do Saber, seguida de um coquetel.Não posso esquecer de citar
que uma parte da platéia foi ver a "Formação do Universo" naquele estabelecimento
No domingo pela manhã, ouvimos o extraordinário professor Erledes Elias da Silveira, com o tema:"Períodos Históricos que marcaram o Movimento Sindical no Brasil" . Na segunda-feira pela manhã, outra exposição maravilhosa: A importância da voz para o radialista, por Dr Ivan Alexandre. Na oportunidade foi distribuído um prospecto da FONOCLIN, com algumas recomendações quanto ao cuidado com a voz.
Dr Ivan é um verdadeiro artista da voz.
Aproveito a oportunidade para lembrar aos colegas radialistas que, além da boa dicção, é preciso saber ler: ler com pontuação correta, naturalidade, entonação adequada etc. O radialista precisa cultivar o hábito da leitura , como também enriquecer seu vocabulário.
MAIS DE 2000 PROCESSOS DE RETIFICAÇÃO DO REGISTRO CIVIL CORREM EM FEIRA DE SANTA ANA
Nesta semana, foi divulgada esta notícia. São exatamente 2.155 processos que correm no Fórum Desembargador Filinto Bastos para tratar de retificações diversas em Registros Civis de Nascimento. Existem casos relativamente simples, como retificação de grafia, e casos graves, como troca do sexo, datas erradas, omissão ou erro de posnomes etc.
A causa de tais erros é a falta de atenção e o despreparo por parte do oficial do Registro Civil e seus subalternos, mas também podemos dizer a mesma coisa em relação ao declarante. Sabemos que o oficial do Registro Civil e seus auxiliares são despreparados no tocante ao assunto quanto os cidadãos em geral.
Se aos cidadãos falta a noção mínima da importância do Registro Civil e dos antropônimos, o mesmo acontece com quem trabalha nos cartórios. No entanto, é óbvio que a responsabilidade legal do oficial do Registro Civil é muito maior neste particular que a responsabilidade do cidadão comum.
Temos contado a muita gente o caso de meu irmão Arquimedes Carneiro de Oliveira, o qual, ao completar 65 anos, ficou sabendo, por meio dos funcionários do INSS que segundo seu Registro Civil, ele era uma mulher. Observe-se que ele somente ficou sabendo disto ao cuidar dos papéis para a aposentadoria. Ele é uma das pessoas que nunca deu nenhuma importância à Antroponímia e a documentos. Foi vítima da própria ignorancia, como ocorre com muita gente neste país.
Aproveito a oportunidade para lembrar que somente a Sistematização da Antroponímia solucionará estes tipos de problema. Por isto, cito alguns de seus elementos importantes:
* Gênero: Na realidade, não existe "Nome comum-de-dois". Isto é uma regra universal. Cada nome individual é criado para um determinado sexo. Na Lìngua Por tuguesa, a definiçao do gênero se realiza através da terminação, do uso e da significação. No exemplo citado, a terminação -EDES, é do sexo masculino.Outros exemplos da questão do gênero: São femininos os seguintes nomes: Alcíone, Euterpe, Térpsicore, Dagmara, Tamara, Cíbele, Erótide, Pérside e Dâmares. São Nomes masculinos: Silas, Eliã, Magdiel, Dagmar, Jurandir e Juraci.
* Grafia e forma: É muito importante procurar-se a forma correta de cada antropônimo, juntamente com a grafia correspondente.No antropônimo "Casimiro", a forma faz oposição à forma errônea Casemiro, e a grafia correta é com S, e não com Z.
* Função: Os antropônimos variam de função. Suas funções são três: Nome (ou nome individual), posnome (comumente chamado "sobrenome") e apelido. Quando se vai planejar a signatura de uma criança, ou se vai planejar nosso próprio nome artistico ou até um seudônimo, é preciso ter tudo isso em consideração
* Finalmente, o príncipio da hereditariedade dos posnomes, para formar o nome de família.Cada registrando deve possuir no mínimo um posnome do pai e um da mãe.Neste ponto não posso esquecer de dizer que a mulher, ao se casar, não deve, em hipótese alguma, adotar um posnome do marido. Esta prática é pessima para a Sistematização da Antroponímia
MATERIA 2
CONGRESSO DE RADIALISTAS
Ocorreu no último periodo intersemanal, o Primeiro Encontro da FENART (FEderação Nacional de Trabalhadores em Rádio e Televisão) do Interior. Pena que foi muito resumido. Vieram pessoas até do Amazonas. O coordenador dos trabalhos, senhor Hugo Silveira, é uma figura interessante, por sua cultura geral e por sua personalidade . No sábado à noite, ocorreu a abertura, no Parque do Saber, seguida de um coquetel.Não posso esquecer de citar
que uma parte da platéia foi ver a "Formação do Universo" naquele estabelecimento
No domingo pela manhã, ouvimos o extraordinário professor Erledes Elias da Silveira, com o tema:"Períodos Históricos que marcaram o Movimento Sindical no Brasil" . Na segunda-feira pela manhã, outra exposição maravilhosa: A importância da voz para o radialista, por Dr Ivan Alexandre. Na oportunidade foi distribuído um prospecto da FONOCLIN, com algumas recomendações quanto ao cuidado com a voz.
Dr Ivan é um verdadeiro artista da voz.
Aproveito a oportunidade para lembrar aos colegas radialistas que, além da boa dicção, é preciso saber ler: ler com pontuação correta, naturalidade, entonação adequada etc. O radialista precisa cultivar o hábito da leitura , como também enriquecer seu vocabulário.
sexta-feira, 11 de novembro de 2011
MATÉRIA 1
SÉRIE "É IMPORTANTE ESTUDAR OS NOMES PRÓPRIOS" -- N° 8 --
ALGUNS NOMES PRÓPRIOS DA BÍBLIA
Estamos em plena campanha pelo Registro Civil de Nascimento. Como já falei deste assunto, há alguns dias, desta vez vou tratar dos nomes próprios constantes em Romanos 16. É uma das passagens da Bíblia que mais tem antropônimos e infelizmente aparecem diversos erros neles na maioria das edições. De modo geral são nomes greco-latinos, comuns naquela época da História. Alguns deles são muito comuns ,fato que não omite a presença de erros. Vejamos alguns exemplos:
* No versículo 3 aparece o Nome Priscila. Apesar de ser um Nome muito comum , muita gente ainda o escreve com L geminado, e o que é pior -- com Y. Em outras passagens da Bíblia esta mesma pessoa é chamada Prisca, mas com base na própria sociedade daquela época, está comprovado que o seu nome realmente é Priscila.
* No versículo 7, aparecem duas pessoas: Andronico e Júnias. Quanto a Andronico, a maioria das traduções traz Andrônico. Pela etimologia ,é fácil constatar-se o equívoco: Existem vários Nomes gregos terminados em -nico, que indica "vitória" ou "vencedor". Tais Nomes são paroxítonos.
Quanto a Júnias, ainda existe uma dúvida: JÙNIAS - masculino, ou JÚNIA- feminino?. Por incível que pareça, os onomásticos e tradutores da Bíblia muitas vezes demonstram desconhecer elementos básicos da Morfologia Latina. A terminação -AS é de Nomes masculinos, e a terminação -A é de Nomes femininos. Segundo os originais, ainda é díficil saber-se a verdade quanto a este antropônimo.
* No versículo 8, aparece o Nome masculino Ampliato, o qual em algumas versões aparece Amplias, e em outras Âmplias. Pelo que já pesquisei, trata-se do Latim Ampliatus,-i, que quer dizer ampliado , desenvolvido. Quando eu tiver oportunidade, farei uma pesquisa ao original latino para verificar o motivo das variantes que aparecem.
* No versículo 9, aparece Estáquis, parônimo de Eustáquio. Muitas vezes as pessoas confunde,m coisas mínimas dos nomes próprios, simplesmente porque não estudam Antroponímia, e nem mesmo Gramática Portuguesa. Existe outro parônimo deste Nome: Estácio
* No versículo 10, aparece o Nome Aristobulo, que sempre aparece com a forma errônea Aristóbulo. Qualquer dicionário de antropônimos deixa clara esta explicação.
* No versículo 11, aparecem Herodiom - na maioria das traduções "Herodião".Embora a terminação portuguesa -ÃO seja muito comum, a Sistematização da Antroponímia indica os casos nos quais deve se conservar a terminação estrangeira -OM. Um de nossos onomásticos chega a dizer que toda terminação estrangeira -OM deve passar a -ÃO. Isto não é verdade. Em meu livro "Sistematização da Antroponímia" dedico uma página inteira ao assunto: "-ÃO ou -OM"?
* No versículo 12, aparece uma mulher chamada Pérside. Em muitas traduções aparece erros também neste caso: Pérsis e Pérsida
* No versíclo 14, aparecem 5 homens: Asíncrito, Flegonte, Hermes, Pátrobas e Hermas. Observe-se que em Flegonte também aparece uma forma errônea: Flegon (ou Flêgon). Hermes e Hermas são cognatos . Nosso vocabulário possui palavras da mesma origem como "hermético" e " hermetismo".
* No versículo 15, aparecem 5 pessoas, sendo que não aparece o Nome da irmã de Nereu. Algumas coisas deste versículo merecem ser comentadas: Filólogo -- deixa evidente que os nomes próprios são nomes comuns com função individualizadora. Nereu é um Nome mitológico. "Júlia" é um Nome muito comum, mas de significação controvertida. Quanto a Olimpas, aparecem outras formas Olímpias, Olimpía (feminino) e ultimamente encontrei até "Olímpio", totalmente descabida. É interessante observar que encontrei numa tradução o seguinte:"(....) Nereu e a sua irmã Olímpia". Observe-se que nesse caso aparece um problema sério de tradução da Bíblia. Problema de pontuação e a conseqüente diferença de conteúdo.
* No versículo 21, aparecem novamente 4 pessoas: Timóteo, Lúcio, Jasom e Sosípatro. Observações:
"Timóteo" é Nome legítimo e não posnome. As vezes encontramos a forma antiquada "Jasão". Atualmente encontrei pessoas chamadas "Jaçon", ou "Jassom". Pela etimologia, poder-se-ia aceitar "Jassom", mas nunca "Jaçon".
* No versículo 23, aparece 3 pessoas: Gaio, Erasto e Quarto. O correto mesmo é Gaio e não Caio. Erasto é cognato de Erasmo, do verbo grego "erástein, amar". "Quarto" relembra o método dos romanos de nomearem os filhos pela ordem cronológica do nascimento.
* Quanto a outros tipos de nomes próprios vale salientar "Cencréia", topônimo no versículo 1. Nas traduções católicas sempre aparece a forma equivocada "Cêncris".
MATÈRIA 2
"Vereador Analfabeto"
Fiquei boquiaberto ao ouvir num programa radiofônico, por duas vezes, um vereador feirense com um cargo importante na Câmara, cometendo erros tão absurdos de linguagem nunca ouvidos por mim em outras pessoas. Um exemplo: a terminação -ANÇA é pronunciada por ele /ÂNCIA/, mas de uma maneira confusa, como que procurando omitir o I. Esse vereador não tem a mínima condição de falar em público. O caso dele merece um estudo especial. Não consigo entender como é que um brasilês nato, feirense, fala daqela maneira. Ele não tem noção de como funciona nossa Língua: questões de gênero, número (por exemplo "cidadões"), concordância verbal, concordância nominal, regência verbal, etc.
Eu tenho impressão de que um vereador daquele tipo deve também ser muito fraco nos demais assuntos da vida, porque começamos a aprender a Linguagem desde a tenra idade, ouvindo os outros e lendo. Ora, com o tipo de erro que ele pratica em Linguagem, certamente ele não tem o hábito de aprender com as pessoas nem com os livros ou outros impressos.
Eu tenho uma proposta a fazer aos legisladores federais: incluir na Constituição a especificação do nível intelectual, ou escolaridade que deve ser exigida dos vereadores. Quando comentei num programa radiofônico o espalhafatoso caso de Tiririca, eu disse claramente que de um legislador não se deve exigir apenas honestidade, mas também competência. Para uma pessoa legislar é preciso ler bem, falar em público, pesquisar, ampliar e reduzir as pesquisas e tirar as devidas conclusões. Finalmente redigir.
Afinal, eu pergunto: Como pode um vereador semi analfabeto, ou analfabeto funcional fazer tudo isto?. Com a palavra, nossos deputados federais.
SÉRIE "É IMPORTANTE ESTUDAR OS NOMES PRÓPRIOS" -- N° 8 --
ALGUNS NOMES PRÓPRIOS DA BÍBLIA
Estamos em plena campanha pelo Registro Civil de Nascimento. Como já falei deste assunto, há alguns dias, desta vez vou tratar dos nomes próprios constantes em Romanos 16. É uma das passagens da Bíblia que mais tem antropônimos e infelizmente aparecem diversos erros neles na maioria das edições. De modo geral são nomes greco-latinos, comuns naquela época da História. Alguns deles são muito comuns ,fato que não omite a presença de erros. Vejamos alguns exemplos:
* No versículo 3 aparece o Nome Priscila. Apesar de ser um Nome muito comum , muita gente ainda o escreve com L geminado, e o que é pior -- com Y. Em outras passagens da Bíblia esta mesma pessoa é chamada Prisca, mas com base na própria sociedade daquela época, está comprovado que o seu nome realmente é Priscila.
* No versículo 7, aparecem duas pessoas: Andronico e Júnias. Quanto a Andronico, a maioria das traduções traz Andrônico. Pela etimologia ,é fácil constatar-se o equívoco: Existem vários Nomes gregos terminados em -nico, que indica "vitória" ou "vencedor". Tais Nomes são paroxítonos.
Quanto a Júnias, ainda existe uma dúvida: JÙNIAS - masculino, ou JÚNIA- feminino?. Por incível que pareça, os onomásticos e tradutores da Bíblia muitas vezes demonstram desconhecer elementos básicos da Morfologia Latina. A terminação -AS é de Nomes masculinos, e a terminação -A é de Nomes femininos. Segundo os originais, ainda é díficil saber-se a verdade quanto a este antropônimo.
* No versículo 8, aparece o Nome masculino Ampliato, o qual em algumas versões aparece Amplias, e em outras Âmplias. Pelo que já pesquisei, trata-se do Latim Ampliatus,-i, que quer dizer ampliado , desenvolvido. Quando eu tiver oportunidade, farei uma pesquisa ao original latino para verificar o motivo das variantes que aparecem.
* No versículo 9, aparece Estáquis, parônimo de Eustáquio. Muitas vezes as pessoas confunde,m coisas mínimas dos nomes próprios, simplesmente porque não estudam Antroponímia, e nem mesmo Gramática Portuguesa. Existe outro parônimo deste Nome: Estácio
* No versículo 10, aparece o Nome Aristobulo, que sempre aparece com a forma errônea Aristóbulo. Qualquer dicionário de antropônimos deixa clara esta explicação.
* No versículo 11, aparecem Herodiom - na maioria das traduções "Herodião".Embora a terminação portuguesa -ÃO seja muito comum, a Sistematização da Antroponímia indica os casos nos quais deve se conservar a terminação estrangeira -OM. Um de nossos onomásticos chega a dizer que toda terminação estrangeira -OM deve passar a -ÃO. Isto não é verdade. Em meu livro "Sistematização da Antroponímia" dedico uma página inteira ao assunto: "-ÃO ou -OM"?
* No versículo 12, aparece uma mulher chamada Pérside. Em muitas traduções aparece erros também neste caso: Pérsis e Pérsida
* No versíclo 14, aparecem 5 homens: Asíncrito, Flegonte, Hermes, Pátrobas e Hermas. Observe-se que em Flegonte também aparece uma forma errônea: Flegon (ou Flêgon). Hermes e Hermas são cognatos . Nosso vocabulário possui palavras da mesma origem como "hermético" e " hermetismo".
* No versículo 15, aparecem 5 pessoas, sendo que não aparece o Nome da irmã de Nereu. Algumas coisas deste versículo merecem ser comentadas: Filólogo -- deixa evidente que os nomes próprios são nomes comuns com função individualizadora. Nereu é um Nome mitológico. "Júlia" é um Nome muito comum, mas de significação controvertida. Quanto a Olimpas, aparecem outras formas Olímpias, Olimpía (feminino) e ultimamente encontrei até "Olímpio", totalmente descabida. É interessante observar que encontrei numa tradução o seguinte:"(....) Nereu e a sua irmã Olímpia". Observe-se que nesse caso aparece um problema sério de tradução da Bíblia. Problema de pontuação e a conseqüente diferença de conteúdo.
* No versículo 21, aparecem novamente 4 pessoas: Timóteo, Lúcio, Jasom e Sosípatro. Observações:
"Timóteo" é Nome legítimo e não posnome. As vezes encontramos a forma antiquada "Jasão". Atualmente encontrei pessoas chamadas "Jaçon", ou "Jassom". Pela etimologia, poder-se-ia aceitar "Jassom", mas nunca "Jaçon".
* No versículo 23, aparece 3 pessoas: Gaio, Erasto e Quarto. O correto mesmo é Gaio e não Caio. Erasto é cognato de Erasmo, do verbo grego "erástein, amar". "Quarto" relembra o método dos romanos de nomearem os filhos pela ordem cronológica do nascimento.
* Quanto a outros tipos de nomes próprios vale salientar "Cencréia", topônimo no versículo 1. Nas traduções católicas sempre aparece a forma equivocada "Cêncris".
MATÈRIA 2
"Vereador Analfabeto"
Fiquei boquiaberto ao ouvir num programa radiofônico, por duas vezes, um vereador feirense com um cargo importante na Câmara, cometendo erros tão absurdos de linguagem nunca ouvidos por mim em outras pessoas. Um exemplo: a terminação -ANÇA é pronunciada por ele /ÂNCIA/, mas de uma maneira confusa, como que procurando omitir o I. Esse vereador não tem a mínima condição de falar em público. O caso dele merece um estudo especial. Não consigo entender como é que um brasilês nato, feirense, fala daqela maneira. Ele não tem noção de como funciona nossa Língua: questões de gênero, número (por exemplo "cidadões"), concordância verbal, concordância nominal, regência verbal, etc.
Eu tenho impressão de que um vereador daquele tipo deve também ser muito fraco nos demais assuntos da vida, porque começamos a aprender a Linguagem desde a tenra idade, ouvindo os outros e lendo. Ora, com o tipo de erro que ele pratica em Linguagem, certamente ele não tem o hábito de aprender com as pessoas nem com os livros ou outros impressos.
Eu tenho uma proposta a fazer aos legisladores federais: incluir na Constituição a especificação do nível intelectual, ou escolaridade que deve ser exigida dos vereadores. Quando comentei num programa radiofônico o espalhafatoso caso de Tiririca, eu disse claramente que de um legislador não se deve exigir apenas honestidade, mas também competência. Para uma pessoa legislar é preciso ler bem, falar em público, pesquisar, ampliar e reduzir as pesquisas e tirar as devidas conclusões. Finalmente redigir.
Afinal, eu pergunto: Como pode um vereador semi analfabeto, ou analfabeto funcional fazer tudo isto?. Com a palavra, nossos deputados federais.
sexta-feira, 4 de novembro de 2011
O DIA DE FINADOS
O Dia de Finados continua sendo muito comentado. Ouvi uma reportagem do programa "Subaé em Revista", na qual falaram um antropólogo e um sicólogo. Telefonei solicitando fazer um rápido comentário, com uma visão um pouco diferente, mas o atendente me declarou quê aquele programa não permite quê ouvintes falem "no ar". Apenas podiam deixar seu pensamento anotado, para depois ser lido pelos apresentadores. Baseado em minha experiência no radialismo, não aceitei.
O antropólogo frisou sobre as diversas "culturas" e sobre a lenta evolução do pensamento de nossa sociedade sobre o assunto, partindo de um nível muito maior de entrosamento entre os diversos povos, como efeito do desenvolvimento tecnológico.
O sicólogo falou sobre o maior ou menor choque por parte dos entes queridos diante de um falecimento, sobre a duração máxima admissível do luto -- um ano -- fato quê considero uma falta muito grande de maturidade, de visão correta da vida.
Falou também sobre a influência das doutrinas religiosas: o conceito de ressurreição, de reencarnação e outros quê ocorrem nas religiões orientais. Sei também quê sociedades primitivas, como muitas existentes na Austrália, na Ásia e até entre nós (tribos indígenas quê até agora não entraram em contato conosco) mantêm tabus sobre a morte. Exemplo: Quando uma pessoa falece, seu Nome passa muito tempo sem ser pronunciado ou sem ser adotado em alguém da tribo. Também existem tradições típicas entre eles quanto ao comportamento em relação ao cadáver.
No entanto, discordei dos expositores porquê nenhum deles criticou a falta de formação das pessoas quanto à morte, como também não criticaram a chamada "indústria da morte" -- um verdadeiro absurdo capitalista. Sabe-se quê atualmente é mais fácil morrer quê nascer, mas isto não deve continuar a acontecer. Acho quê o Governo deve interferir nesta área, baixando normas para simplificar os comportamentos funerários, e conseqüentemente, evitando sérias dificuldades das pessoas de menor poder aquisitivo. Também tais providências colaborarão para quê as pessoas reflitam sobre a nulidade de tanta preocupação com o cadáver.
Enfatizo quê o importante é o espírito, não o corpo. As providências quanto ao corpo devem ter o objetivo de preservar a saúde pública e dificultar a ação de criminosos. Explico melhor: através do exame cadavérico, atestado médico quanto à morte ("atestado de óbito") e outras providências, a lei faz com o quê se descubra a diferença entre mortes naturais, acidentais e assassinios.
A sociedade deve passar a refletir o seguinte:
* A morte deve ser considerada um fenômeno totalmente natural, ao lado da vida. Como consequência, as pessoas devem preparar seu espírito para ela.
* Obviamente, admite-se um sentimento maior diante de mortes prematuras, violentas, criminosas. No entanto todos devem preparar sua sique para em pouco tempo recuperar-se para a rotina da vida, pois de um jeito ou de outro todos são substituíveis.
*A morte é um fenômeno imprescindível, sob vários aspectos. Quê seria da Humanidade se as pessoas não morressem ou se vivessem 300, 400 ou 500 anos? Por acaso a Terra já não estaria superlotada há muito tempo?. Só haveria um jeito: cada pessoa não se reproduzir, fato quê vai de encontro à necessidade síquica da maioria das pessoas -- a gratificante experiência de ter um filho.
O antropólogo frisou sobre as diversas "culturas" e sobre a lenta evolução do pensamento de nossa sociedade sobre o assunto, partindo de um nível muito maior de entrosamento entre os diversos povos, como efeito do desenvolvimento tecnológico.
O sicólogo falou sobre o maior ou menor choque por parte dos entes queridos diante de um falecimento, sobre a duração máxima admissível do luto -- um ano -- fato quê considero uma falta muito grande de maturidade, de visão correta da vida.
Falou também sobre a influência das doutrinas religiosas: o conceito de ressurreição, de reencarnação e outros quê ocorrem nas religiões orientais. Sei também quê sociedades primitivas, como muitas existentes na Austrália, na Ásia e até entre nós (tribos indígenas quê até agora não entraram em contato conosco) mantêm tabus sobre a morte. Exemplo: Quando uma pessoa falece, seu Nome passa muito tempo sem ser pronunciado ou sem ser adotado em alguém da tribo. Também existem tradições típicas entre eles quanto ao comportamento em relação ao cadáver.
No entanto, discordei dos expositores porquê nenhum deles criticou a falta de formação das pessoas quanto à morte, como também não criticaram a chamada "indústria da morte" -- um verdadeiro absurdo capitalista. Sabe-se quê atualmente é mais fácil morrer quê nascer, mas isto não deve continuar a acontecer. Acho quê o Governo deve interferir nesta área, baixando normas para simplificar os comportamentos funerários, e conseqüentemente, evitando sérias dificuldades das pessoas de menor poder aquisitivo. Também tais providências colaborarão para quê as pessoas reflitam sobre a nulidade de tanta preocupação com o cadáver.
Enfatizo quê o importante é o espírito, não o corpo. As providências quanto ao corpo devem ter o objetivo de preservar a saúde pública e dificultar a ação de criminosos. Explico melhor: através do exame cadavérico, atestado médico quanto à morte ("atestado de óbito") e outras providências, a lei faz com o quê se descubra a diferença entre mortes naturais, acidentais e assassinios.
A sociedade deve passar a refletir o seguinte:
* A morte deve ser considerada um fenômeno totalmente natural, ao lado da vida. Como consequência, as pessoas devem preparar seu espírito para ela.
* Obviamente, admite-se um sentimento maior diante de mortes prematuras, violentas, criminosas. No entanto todos devem preparar sua sique para em pouco tempo recuperar-se para a rotina da vida, pois de um jeito ou de outro todos são substituíveis.
*A morte é um fenômeno imprescindível, sob vários aspectos. Quê seria da Humanidade se as pessoas não morressem ou se vivessem 300, 400 ou 500 anos? Por acaso a Terra já não estaria superlotada há muito tempo?. Só haveria um jeito: cada pessoa não se reproduzir, fato quê vai de encontro à necessidade síquica da maioria das pessoas -- a gratificante experiência de ter um filho.
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